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Sexta-feira, Julho 30, 2004 :::
Mais uma semana seguida assim e eu morro. Pasem feiras, feiras passem!
Quarta-feira, Julho 28, 2004 :::
Que bishcoita!!! Trabalhar de madrugada maaaaais uma vez...
Terça-feira, Julho 27, 2004 :::
Aviso aos navegantes: Final de semana estarei fora do ar, devido a recolhimento para ritos de Amacy. Entro sexta a noite e saio só domingo a tarde.
Bom dia a todos.
Segunda-feira, Julho 26, 2004 :::
DHUZILDA! DHUZILDA! HEY HEY HEY!
Dia oficial onde a chatolha deixa de ser adolecente. Parabéns!
Sexta-feira, Julho 23, 2004 :::
Decisão nova aqui na empresa: Pedir a carteira do Djavan e registrar o homem. A estagiária ouve lee todo dia, o dia todo!
Quinta-feira, Julho 22, 2004 :::
Brasil e Uruguai. Já pensou se fosse a Argentina? Éééééé amigo! Haja coração!!!
Quarta-feira, Julho 21, 2004 :::
Alguém sabe porque no endereço http da República Federativa, Brasil é escrito com Z???
Sinistro, baby...
Terça-feira, Julho 20, 2004 :::
KINGS OF CHAOS
Cuidado!!! Novo vício online.
Sexta-feira, Julho 16, 2004 :::
GANGA ZUMBA (O PODER DA BUGIGANGA)
Gilberto Gil (música) &Waly Salomão (letra) (para o filme Quilombo, de Carlos Diegues) 1983
Toca atabaque, reboa zabumba
Repica, repica, repica agogô
Tumba Lelê, beber aluá
Se lambuzar na tigela daquele amalá
Toda Palmares recorda da primeira vez
Ganga Zumba dançou alujá
Toda cantiga trovoa, seu eco ecoa
Na voz da Serra da Barriga
Vem, Acotirene, dona do segredo
Ialorixá que chama Ganga Zumba
Lhe oferece o trono da fartura
Toda a formosura e o poder da bugiganga
Fontes e mais fontes
Potes e mais potes
O céu na terra é Aruanda
É assim Palmares
Palmas pelos ares
Cante e dance e abra a roda
Acaiúba, Namba, Canindé
Ana de Ferro, mulher-dama linda da Holanda
Ganga Zumba reina, nunca teve medo
Seu segredo está no raio da justiça
Nunca é permitido mentir
Sempre abençoado o amor
Desejo doido, beber otim
Festejo d'Oxum, d'Obá, d'Oiá
Todo vaso quebra
Toda bugiganga se espedaça
Toda graça lhe abandona
Ganga Zumba desce da montanha
Com veneno na entranha
Acaba a sua zanga Ganga Zumba morre
E a lenda corre
Pelo reino de Aruanda
Nunca é permitido esquecer
Sempre dá no jogo de Ifá
Qual o rei que vai suceder
Salve o reino d'Aruanda
© Gege Produções Artísticas LTDA e EMI Songs do Brasil Edições Musicais LTDA.
Em homenagem a Acotirene, fonte de inspiração para um grande passo. - Ivan
Quinta-feira, Julho 15, 2004 :::
UOU...
A prova viva que qualquer nome pode ser um nome.
Terça-feira, Julho 13, 2004 :::
::FILHO DE PEMBA BALANÇA MAS NÃO CAI::
E deixo dito!
Segunda-feira, Julho 12, 2004 :::
::ORKUT
Um lugar a mais para deletar Spam!
Quinta-feira, Julho 08, 2004 :::
::VINA RULEZZZ
"Poeta, meu poeta vagabundo
quem dera todo mundo fosse assim feito você
que a vida não gosta de esperar
a vida é pra valer
a vida é pra levar,
Vinicius, velho, saravá"
Samba Para Vinicius
(Toquinho e Chico Buarque)
Terça-feira, Julho 06, 2004 :::
::Yupi!!!
Saiu o template novo!!!! Aleluia! Thanxs by the help Shak.
Segunda-feira, Julho 05, 2004 :::
::Filha de mãe Aninha é enterrada no Bosque da Paz
Vinícius Clay
Conduzido por cânticos tradicionais de candomblé nagô, o sepultamento do corpo de Cantulina Garcia Pacheco, filha de sangue de mãe Aninha, fundadora do Ilê Axé Opô Afonjá, um dos terreiros mais tradicionais do país, reuniu dezenas de adeptos da religião trazida pelos negros africanos
O coração de Tia Cantu, como era conhecida, deixou de pulsar às 18h de domingo, depois de 104 anos de vida. Reconhecida pela sabedoria e pela rigidez com que conduzia suas obrigações, Cantulina teve seu corpo sepultado às 16 de ontem, no cemitério Bosque da Paz, na Estrada Velha do Aeroporto.
Vestidos de branco, os familiares, amigos e admiradores de Tia Cantu se reuniram em círculo, ao redor do caixão, para dar o último adeus à velha senhora que dedicou sua vida ao candomblé. Em seguida, seu filho de santo (ela nunca se casou, tampouco teve filhos naturais) Ubirajara Gomes da Silva, o Bira de Xangô, disse algumas palavras para exaltar as qualidades da mulher que o iniciou em sua vida religiosa.
Após essa introdução, os adeptos do candomblé iniciaram alguns cânticos em clima fúnebre. Muitos deles não seguraram a emoção nesse momento. Ao mesmo tempo, algumas senhoras entraram em transe, receberam seu santo, realizaram a plena integração entre o frágil mundo dos homens e o vigoroso plano sagrado dos orixás.
Para os médicos, Cantulina foi vítima de um câncer no pâncreas. Mas os mais próximos preferem enxergar o fato sob outro ponto de vista. "Ela morreu mesmo foi de velhice, viveu 104 anos", declarou o amigo Francisco Codes, presidente da Sociedade Cruz Santa do Ilê Axé Opô Afonjá, entidade civil que administra o terreiro. Antes dele, o cargo era ocupado pelo artista plástico Carybé. Francisco Codes contou que Cantulina morreu lúcida, lembrou seus predicativos e, inclusive, revelou que seu pai, José Garcia Pacheco, foi 1º tenente das Forças Armadas na Guerra do Paraguai.
Axexê - O sepultamento de Cantulina aconteceu justamente no dia em que seriam iniciados os festejos em homenagem a Xangô. Os eventos marcados para este período foram suspensos, mas os 12 dias serão respeitados e, somente entre os dias 15 e 16 devem ser iniciadas os rituais que compõem o axexê, ciclo de cerimônias fúnebres realizado quando morre alguém importante dentro do candomblé. As cerimônias do axexê têm duração de sete dias.
Cantulina Garcia Pacheco doou-se à preservação dos fundamentos do candomblé com a mesma dedicação de uma boa mãe. Após viver por cerca de 70 anos no Ilê Axé Opô Afonjá, plantado no bairro São Gonçalo do Retiro, foi dela a missão de levar adiante o trabalho num terreiro no Rio de Janeiro. Duas décadas depois, já com 89 anos, por orientação de seu orixá, Xangô, retornou para a Bahia, para a sua casa, onde viveu seus últimos dias em companhia de duas abnegadas filhas de santo.
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